quarta-feira, 25 de agosto de 2010

a beginning ♥


Na frante da minha casa, olhando meu cachorro do outro lado da rua, ouvindo musica, pensando em você...E tambem em uma possibilidade para acreditar que você é real. De vez em quanto olho pro céu, tudo esta cinza, só vejo uma unica cor: a da mangueira jogada nochão formando uma meia lua. Tento escrever poesia.
Tento escrever coisas sobre você, e sobre a saudade perturbadora e sem sentido que tenho sobre ti. Penso coisas ruins, ouvindo musicas melancolicas, lembro-me de quando eu te beijava em meus pensamentos. Olho pra frente, pros lados... Meus olhos querem ficar fechados, talvez de sono, ou estão tristes demais para ficarem abertos. Observo os passaros, que em casais brincam,
e eu sozinha acompanhada da sua ausêcia. Penso em algo para escrever aqui, e em vez de me virem ideias, vem um caminhão ! Sinto-me mergulhando em um grande mar verde de tedio. Verde porque não importa para o lado que eu olhe, só vejo a selva me cercar. Pedem-me informações, mais o que direi se nem eu mesma sei direito para onde vou ? Olho meu cachorro morder algo...Um graveto.
Ele olha pra mim, desvio o olhar, competição idiota. Por partes, me sinto como uma EMO depressiva que perdeu o amor da sua vida. Sinto vontade de ouvir musicas tristes, pra ver se consigo escrever algo... Por mais que as fotos não me mostrem você, por mais que você não exista, eu te sinto tão perto de mim, que daqui a pouco você me toca. Estico minhas pernas, olho para o chão e penso longe ...em você.
é que é tão impossivel esqueçer. Você esta presente até no vento frio e gelado que bate nos meus cabelos. Olho pro outro lado da rua, tentando encontrar a casa onde seu suposto amigo pode estar me olhando, se ele estiver, que leia os meus pensamentos e conte pra você. Essa frase mora em mim: " Você não existe ", e ela esta gritando dentro de mim como uma sirene.
Mas mora tambem, uma certa coisa chamada amor, que ensiste em cobrir a tal sirene, impedindo que eu te esqueça. Talvez seje a solidão que não me deixe ver a verdade, talvez o tedia, a dor escondida, ou esse verde-rs. Existindo ou não, sendo o que as fotos mostram ou não, eu só sei de uma coisa: eu preciso de você.
- a solidão te da palavra .

( autoria Adriana Fachi )

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